28 de outubro de 2026

Promessas de desconto e ameaças de restrições são usadas para induzir pagamentos. Antes de agir, confira a cobrança nos canais oficiais.

Por: Assessoria de Comunicação   Patrícia Steffanello - MTB: 18432/RS - Life MKT

Criança em ambiente acolhedor representando proteção a dependentes de vítimas de feminicídio`

Mensagens falsas enviadas ao celular estão usando a identidade visual do gov.br para cobrar supostas dívidas. Os criminosos tentam convencer os destinatários a acessar links e realizar pagamentos, combinando promessas de desconto com ameaças de consequências para quem não regularizar a situação.


No print analisado, a mensagem menciona uma suposta pendência cadastral, oferece descontos de até 75% e apresenta um link que não pertence ao portal oficial do governo. A presença do nome da pessoa e de logotipos conhecidos não garante que a mensagem seja verdadeira. Golpistas também utilizam dados reais para dar credibilidade à abordagem.


O que pode acontecer ao clicar no link?

O acesso pode levar a páginas falsas que pedem CPF, senhas e informações bancárias, posteriormente utilizadas em fraudes. Também pode induzir pagamentos destinados aos criminosos ou a instalação de programas maliciosos, capazes de comprometer a segurança do celular. Clicar não significa, necessariamente, que o aparelho foi invadido, mas a pessoa não deve fornecer dados, baixar arquivos ou autorizar instalações.


Como verificar a cobrança e se proteger?

A orientação é acessar o canal oficial do órgão por conta própria, sem utilizar o link recebido. No caso da dívida ativa da União, consultas e negociações devem ser feitas pelo portal Regularize, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). O órgão alerta que não envia boletos ou chaves Pix por mensagens para pagamento de dívidas com desconto.


Quem já clicou deve fechar a página e interromper o contato. Se informou senhas, deve alterá-las por um aparelho seguro. Caso tenha feito um pagamento ou exposto informações bancárias, deve avisar imediatamente o banco pelos canais oficiais, guardar os comprovantes e registrar um boletim de ocorrência.

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