Como Reter Talentos em Escritórios Pequenos: 5 Estratégias Reais
Imagem: Gemini
Como reter talentos mesmo em escritórios pequenos
A fórmula invisível que faz as pessoas quererem ficar, crescer e vestir a camisa, mesmo sem altos salários ou mega estruturas
Você já teve aquela sensação de que, assim que forma um bom profissional, ele sai do seu escritório?
Ou que, por ser um escritório pequeno, é impossível competir com grandes bancas na hora de manter bons colaboradores? A boa notícia é: tamanho não é fator decisivo para retenção. Clima, cultura e clareza são.
Ambientes bons mantêm talentos. Ambientes tóxicos, não.
Não é só o salário que faz alguém permanecer. O que segura um bom profissional é o sentimento de pertencimento, crescimento e valorização. E isso está totalmente ao alcance de qualquer escritório, inclusive o seu.
Aqui vão cinco práticas de retenção que funcionam mesmo sem grandes recursos:
Construa uma cultura de segurança psicológica
Pessoas ficam onde se sentem escutadas, respeitadas e seguras para errar e aprender. Reflita: sua equipe pode se posicionar sem medo? Pode pedir ajuda sem julgamento?
Tenha planos de desenvolvimento, mesmo que simples
Ofereça trilhas de aprendizado: indicar livros, dividir experiências, mostrar caminhos de evolução dentro do escritório. Gente boa não quer estagnação, quer progressão.
Crie rituais de valorização
Dê feedbacks reais, reconheça contribuições, comemore vitórias. Pequenos gestos (mensagens, brindes, palavras) fortalecem vínculos emocionais.
Delegue com autonomia e confiança
Ninguém gosta de ser “operador de tarefa”. Mostre o impacto do que cada pessoa faz, envolva nos resultados e permita que contribuam com ideias e melhorias.
Escute antes de perder
Marque conversas periódicas para ouvir dores, planos e percepções. Muitas vezes, a pessoa já está pensando em sair, e você pode agir antes.
Dica: retenção começa no recrutamento
Contratar qualquer um “porque precisa de ajuda” pode ser um tiro no pé. Recrute com base em valores e compatibilidade. Treine habilidades, mas não negocie cultura.
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Sheyla Borges de Liz





